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Coluna 1

12/11/2015 às 03h30

Gastaram a caneta

Na sessão ordinária de segunda-feira, os vereadores apresentaram 17 requerimentos e igual número de indicações, talvez recorde do ano legislativo que está quase no fim. Além dos costumeiros votos de pesar e moções de aplausos, os nobres edis solicitaram a continuidade da operação tapa-buracos e providências com respeito à limpeza de vias públicas e terrenos. Obviamente, não faltaram pedidos para a implantação de novos redutores de velocidade, em ruas do centro e dos bairros.

O foco mudou?

Na reunião do legislativo, um vereador informou que a procura por cursos da escola ‘Carmelina Barbosa’ está aquém da expectativa. Inclusive sugeriu que a prefeitura implantasse uma linha de ônibus, a fim de incentivar a matrícula de alunos. E pensar que, em outras épocas, o estabelecimento era procurado até mesmo por candidatos de outros estados, como Paraná e Sergipe.

Quase unanimidade

Por ocasião do fechamento da coluna, um grupo de alunos promovia protestos diante da escola estadual Fernão Dias Paes, na zona oeste de São Paulo. O ato que se iniciou por volta de 6 horas de terça-feira, é contra a reorganização da rede de ensino, proposta pelo governo tucano. Os manifestantes acamparam e passaram a madrugada toda, no local. De acordo com a PM, os policiais permaneciam na unidade, acompanhando a manifestação. A PM não soube informar o número exato de manifestantes.

Começa a luta

Está marcada para domingo a prova da primeira fase do vestibular da Unesp . O exame terá duração de quatro horas e meia, tempo em que os vestibulandos responderão questões de múltipla escolha de linguagens e códigos (língua portuguesa, literatura, língua inglesa, educação física e arte), ciências humanas (história, geografia e filosofia) e ciências da natureza e matemática (biologia, física, matemática e química). O câmpus dracenense oferece 80 vagas.

Todos os rios...

Prefeituras do país querem vender a dívida negociada que a administração tem a receber dos contribuintes. Em Araraquara, sob polêmica e com votação apertada (seis votos favoráveis e cinco contrários), a câmara aprovou projeto de lei que autoriza o executivo a repassar os créditos da dívida de impostos a alguma instituição financeira. Em troca, a municipalidade receberia à vista do banco um valor que pode girar entre 80% e 90% do total a ser recebido dos contribuintes.

... correm para o mar

O projeto de privatização da dívida de contribuintes funcionaria assim: um banco escolhido pode comprar parte dos débitos parcelados ou até o valor total. As parcelas são repassadas tão logo caiam nos cofres da prefeitura. Como compensação, a instituição bancária poderia comprar, por exemplo, R$ 10 milhões de dívidas de longo prazo e pagar por elas ao município R$ 8 milhões à vista. Assim, receberia mais do que pagou, só que a longo prazo.

Autêntico estelionato

Esta noite, além de sentar no pior lugar do estádio Monumental de Nuñez, setor destinado aos visitantes, o torcedor brasileiro terá que desembolsar 1200 pesos (R$ 745, na conversão atual) para ver o duelo contra a desfalcada Argentina. O valor é quase 10 vezes maior ao dos ingressos populares que são os mais baratos destinados aos argentinos e custam 150 pesos. O ingresso para o clássico River x Huracan, semana passada pela copa Sul-Americana, custou 350 pesos. Contra o Equador, pelas eliminatórias, o valor foi de 500 pesos.

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