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Culinária

5/7/2016 às 12h06

Venda de comida pronta tem acréscimo de 35% em 2016

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Pesquisa recente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) aponta que a venda de comida pronta – aquela que só precisa aquecer e comer ou é entregue nos domicílios – teve um acréscimo de vendas na ordem de 35%, em relação ao ano passado. Novos empreendimentos gastronômicos foram abertos e a crise política que o país enfrenta atualmente em nada afetou o setor.

Duas grandes franquias norte americanas já anunciaram a abertura de suas primeiras lojas no país, a Wendy’s e a Taco Bell, com uma adaptação ao paladar local e até venda de cerveja. Os brasileiros, acostumados a consumir os produtos destas redes apenas quando viajavam para a Disney, comemoraram nas redes sociais.

Além das duas lojas em São Paulo, já escolhidas pela Wendy’s, e as da Taco Bell (que não anunciou o número de estabelecimentos próprios, mas já se decidiu por São Paulo e Rio de Janeiro como focos iniciais), o número de serviços de entregas em domicílio também apresentou um crescimento espantoso, tanto em sites quanto por aplicativos.

A maioria dos serviços oferecidos se especializou em determinado nicho (pizza, doces, comida chinesa, regional, etc), mas há quem opte por justamente abrir o leque de opções. O PedidosJá oferece uma infinidade de alimentos em várias cidades do país, tudo em um só site, diversificando o público alvo. O mercado mostra que o momento de ousar é agora.

Com o aumento da demanda, a própria indústria que fornece a matéria prima para o setor também comemora. É a cada dia mais acirrada, a briga por mercado entre as gigantes JBS (dona da Seara e Friboi) com a BRF (Sadia e Perdigão), por exemplo. Elas apostam em marketing e promoções para aumentar ainda mais suas fatias no mercado, o que pode vir até a ajudar na diminuição do preço final ao consumidor.

É esperar para ver.

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