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Região / Junqueirópolis

13/3/2017 às 17h18

Promotor de justiça fala sobre sistema educacional inclusivo com educadores e funcionários da Educação Municipal

Promotor Ruy Fernando Bodini orienta os educadores e funcionários sobre o programa 
 (Foto: Ass. Prefeitura ) Promotor Ruy Fernando Bodini orienta os educadores e funcionários sobre o programa (Foto: Ass. Prefeitura )

A Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude e da Pessoa com Deficiência de Junqueirópolis, através do promotor de Justiça, Ruy Fernando Anelli Bodini, visando o cumprimento dos direitos à igualdade, dignidade e educação, previstos na Constituição Federal, desenvolveu na última semana, nas dependências da Divisão de Educação, o trabalho de orientação aos educadores e funcionários da Rede Municipal de Ensino, destacando os procedimentos jurídicos no intuito de efetivar a inclusão da pessoa com deficiência no sistema escolar para garantir-lhes a cidadania plena.

Representando os educadores e funcionários José Henrique Rossi, destacou que educação é um dos temas que predomina nas ações da Promotoria, posto que envolve uma série de procedimentos para que possa ser efetivada.

De acordo com a explanação do promotor Ruy Fernando, há necessidade de se ter o transporte adaptado, da casa até a escola, o que implica em pontos de ônibus e calçadas que garantam o trânsito da pessoa com deficiência. Também requer a preparação dos professores e funcionários com capacitação, escolas com acessibilidade, familiares dispostos a aceitar tal inclusão, enfim, a educação inclusiva requer, na verdade, um sistema educacional inclusivo, compreendendo todas as ações a serem desenvolvidas para que as crianças com deficiência possam exercer seu direito à educação, a saber: 1. Fornecimento de transporte adaptado; 2. Escola sem barreiras arquitetônicas, adequada às condições de acessibilidade, com salas adequadas para receber os alunos; 3. Qualificação dos funcionários da escola, com capacitação para prestar atendimento adequado às crianças e adolescentes portadoras de deficiência; 4. Capacitação do corpo docente para facilitar a comunicação, aprendendo o básico da língua de sinais, bem como o braile e o sorobã; 5. Realização de atividades de sensibilização e conscientização, promovidas dentro e fora da escola a fim de eliminar preconceitos, estigmas e estereótipos, e estimular a convivência com alunos que tenham as mais diversas características.

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