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Veículos

14/4/2017 às 02h30

Doze equipamentos simples que todo carro deveria ter

Em alguns casos, nem os custos podem ser usados como justificativa

Comando de acionamento dos vidros elétricos: função “um-toque” apenas para o motorista  (Foto: Christian Castanho/Quatro Rodas) Comando de acionamento dos vidros elétricos: função “um-toque” apenas para o motorista (Foto: Christian Castanho/Quatro Rodas)

Ajuste de altura para o cinto de segurança

O interior é (ou deveria ser) projetado para oferecer ergonomia adequada para pessoas de qualquer estatura. Por isso, regulagem de altura no banco e no volante são importantes, mas não tanto quanto o ajuste de altura para o cinto de segurança. Sem ele, há chances de o cinto passar rente ao pescoço mesmo quando tem ajuste de inclinação.

Porta USB

Foi-se o tempo em que o USB servia para conectar a impressora ao computador. Hoje, essa conexão é fundamental mesmo em automóveis: você a usa para ouvir músicas de dispositivos móveis e carregar o smartphone (que insiste em ficar com a bateria nas últimas).

Repetidores de seta nos retrovisores ou para-lamas

É muito comum que os motoristas não tenham campo de visão suficiente para ver se a seta do carro ao lado está ligada. Um repetidor de seta nos espelhos externos ou mesmo nos para-lamas resolve o problema – ainda mais nos carros cujo pisca fica na parte interna, e não nas bordas dos faróis. Aliás, o equipamento é item de segurança obrigatório na Europa.

Indicador de marcha em carros automáticos

É normal que veículos com transmissão automática não mostrem no painel em qual marcha o câmbio está funcionando (a não ser que esteja em modo sequencial). Só que isso faz muita falta para motoristas que desejam analisar mais a fundo o funcionamento do conjunto de motor e câmbio em diferentes momentos – como, por exemplo, a marcha que está sendo utilizada em regime de cruzeiro na estrada.

Botão de volume giratório

Teclas e comandos são projetados para ser intuitivos. Ou seja, para que o motorista não precise desviar sua atenção ao operá-los. Mas nem sempre é assim. Controlar o volume pela tela touchscreen é quase perigoso: você não tem a identificação tátil (portanto precisa olhar para onde está encostando), e o acionamento costuma demorar.

Ainda não inventaram maneira mais rápida e segura de ajustar o volume do que através do botão giratório, principalmente quando é necessária uma mudança drástica – ou quando você se esquece de que há aquele botão de função Mudo no volante.

Ajuste milimétrico dos bancos

Existem motoristas que não conseguem dirigir enquanto não encontram a inclinação perfeita para o encosto do banco. Quando o ajuste é feito por alavancas, exigindo o trabalho do corpo para realizar o movimento, fica quase impossível fazer uma regulagem milimétrica – trata-se de um impedimento técnico do equipamento, que funciona por catracas.

O sistema de polia, acionado por comando giratório, é a melhor solução. Nem deve custar mais caro – mas algumas montadoras, talvez por teimosia, preferem torturar o condutor em busca da posição de dirigir mais adequada.

Vidros elétricos com função “um-toque”

Esse recurso permite que os vidros sejam abertos ou fechados totalmente com apenas um toque no botão. Alguns carros atuais nem contam com o sistema. Outros têm a função apenas para o motorista, caso da maioria dos carros de origem asiática.

Neste último caso, acaba tornando-se comum o condutor se esquecer de fechar completamente os outros vidros, deixando frestas abertas nas portas sem a função um-toque.

 Marcador de temperatura do líquido de arrefecimento

Os fabricantes têm optado por eliminar esse indicador de seus carros. Sua função é mostrar variações de temperatura que podem indicar falha no motor. Contudo, é raro ver um motor moderno (lê-se com menos de 20 anos) superaquecer.

Por causa disso, as fábricas estão suprimindo o termômetro – só a luz-espia denuncia a temperatura excessiva do propulsor. O problema é que quando a luz-espia acende, o problema já foi consumado. Pelo menos em teoria, um termômetro convencional pode indicar ao motorista que algo não está certo com mais antecedência, antes de o motor ferver.

Faróis com desligamento na chave

Não existe alerta de faróis ligados tão eficiente quanto a solução mais simples de todas: desativar as luzes quando o carro é desligado. Modelos um pouco mais sofisticados possuem sensor crepuscular (ou função Auto). E diversos carros disparam um alarme sonoro quando as portas são abertas com os faróis ligados e a chave fora do contato.

Quando nenhuma dessas funções estão disponíveis, entretanto, as histórias de luzes ligadas e bateria descarregada se acumulam – principalmente de dia, quando a percepção de que os faróis estão acesos é menor.

Velocímetro digital

Os velocímetros analógicos não precisam necessariamente ser substituídos por telas de alta definição. Mas ter o velocímetro digital de apoio no computador de bordo ajuda bastante.

Se você vive em cidades – ou roda por estradas – povoadas de radares, o velocímetro digital é ainda mais útil, permitindo manter-se no limite de velocidade com mais precisão.

Função um-toque para seta

Basta um leve toque na haste de seta e o indicador pisca três vezes. Ou cinco, no caso dos Fiat e Jeep. O recurso é útil em mudanças de faixa, em que essas breves piscadas são suficientes para alertar os motoristas ao redor. Isso também evita que o motorista tenha de desarmar a seta após a manobra.

Vidros com fechamento global

Pelo menos no Brasil, há um mistério envolvendo o sistema de vidros elétricos que se fecham sozinhos quando o carro é trancado pela chave. Pouco tempo atrás, até modelos populares ofereciam o equipamento – que garante que nenhum vidro fique aberto quando você aciona a trava.

Hoje, eles estão cada vez mais restritos aos modelos mais caros. E são diversos os exemplos de veículos de categoria superior que não contam com tal comodidade. Não há justificativa para isso: é possível ativar a função com um módulo eletrônico vendido como acessório, com preços a partir de R$ 60.

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