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Política

15/7/2017 às 02h31

Deputado Evandro Gussi divulga comunicado oficial sobre seu voto na CCJ

De acordo com Gussi “é necessário esclarecer que a não admissibilidade da denúncia não significa uma anistia aos eventuais crimes que o presidente da República possa ter cometido”

Evandro Gussi: “Afastamento do presidente da República causaria mais prejuízos para a sociedade brasileira, especialmente aos menos favorecidos” (Foto: Assessoria de Imprensa) Evandro Gussi: “Afastamento do presidente da República causaria mais prejuízos para a sociedade brasileira, especialmente aos menos favorecidos” (Foto: Assessoria de Imprensa)

O deputado federal Evandro Gussi (PV-SP) foi um dos 40 parlamentares da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, que na quinta-feira, 13, votou pela rejeição do o parecer do relator Sergio Zveiter (PMDB-RJ), que era a favor da autorização para que a denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer (PMDB) fosse julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Gussi é um dos 66 deputados federais que ocupam os cargos de titulares na CCJ. O resultado foi de 40 votos pela rejeição do parecer, 25 a favor e uma abstenção. Em comunicado ontem, 14, ao JR, por meio de sua assessoria de imprensa em Brasília, o parlamentar justificou o seu voto na CCJ. Eis a nota.

“O deputado federal Evandro Gussi (PV-SP), após profunda reflexão e em respeito àqueles que lhe confiaram o mandato parlamentar, votou contra a admissibilidade da denúncia contra o Presidente da República.

O deputado Evandro Gussi afirma que é necessário esclarecer que a não admissibilidade da denúncia não significa uma anistia aos eventuais crimes que o presidente possa ter cometido, pois ao final do mandato, quando ele deixar a presidência da república, a denúncia seguirá normalmente o seu curso e será apreciada pela Justiça Comum.

O deputado Evandro Gussi ressalta sua imensa preocupação com a grave perpetuação do ambiente de anormalidade política, que gera incertezas e acentua a instabilidade que o país atravessa, com 14 milhões desempregados, retração do setor produtivo e redução substancial de investimentos. Nesse cenário, o afastamento do Presidente da República causaria, sem sombra de dúvidas, ainda mais prejuízos para a sociedade brasileira, especialmente para os menos favorecidos.

Em tempo, o deputado Evandro Gussi informa que sua atividade legislativa nunca foi pautada por barganhas ou negociatas de qualquer forma, e que exerce seu mandato de forma republicana e democrática, não sendo compatível, portanto, aceitar ou pedir pela liberação de emendas, ou ainda outros tipos de favorecimento aos poderes” (Com informações da Assessoria de Imprensa do Deputado).

 

 

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