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Cotidiano

9/8/2017 às 02h36

Caso de leishmaniose visceral é confirmado no bairro Emílio Zanata

O paciente, um homem de 56 anos está em tratamento e não precisou ficar internado, até o momento o munícipio registrou cinco casos da doença

Dracena teve mais um caso de leishmaniose visceral humana confirmado neste ano. De acordo com informações da Vigilância Epidemiológica de Dracena, trata-se de um homem de 56 anos, morador do bairro Emílio Zanata, que teve a confirmação da doença no dia 8 de julho. Neste ano, foram 27 notificações de casos suspeitos de LVA e cinco casos confirmados positivamente: duas mulheres, dois homens e uma criança moradores do Centro, Jardim São Francisco, Jardim Brasilândia e Emílio Zanata. Não houve registro de óbitos. No ano passado foram registrados cinco casos de leishmaniose visceral, também não houve registro de óbitos

Ainda de acordo com a Vigilância Epidemiológica, o paciente não precisou ser internado uma vez que na avaliação médica e por meio de exames não foram constatados problemas cardíacos ou renais tornando necessária a internação e, consequentemente, outro tipo de tratamento. O morador do Emílio Zanata está tomando medicação no Pronto Atendimento Municipal (PAM) diariamente e retornando aos seus afazeres diários. A VE também ressaltou que, semanalmente, são realizados exames de sangue e eletrocardiograma para verificar a existência de alguma alteração química e física que indique a suspensão ou troca de medicamento. Este acompanhamento continuará até um ano após o termino do tratamento.

Após a confirmação do caso no bairro Emílio Zanata, a Vigilância Epidemiológica realizou manejo ambiental em nove quadras em volta da residência do paciente e está realizando a borrifação do veneno, juntamente com a Sucen. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizou o inquérito canino (procedimento realizado em todos os casos positivos).

A Vigilância ressalta que o município realiza bimestralmente visitas casa a casa, quando agentes de vetores e agentes comunitários orientaram os moradores a evitar ou eliminar possíveis criadouros do mosquito palha. Os criadouros podem ser folhas caídas e amontoadas, troncos de árvore e frutas que estão apodrecendo em contato com o solo e que não são retirados e também a grama que não é recolhida após a capinação. Paralelamente, o CCZ realiza um trabalho direto de inquérito canino e recolhimento de cães com resultado positivo para leishmaniose e a participação da população na limpeza de quintais é muito importante.

No momento está em andamento a Semana de Mobilização contra a Leishmaniose com várias ações, o evento realizado em todo o estado de São Paulo tradicionalmente em agosto.

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