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Cidade

8/9/2017 às 19h04

Feirão do Brás causa polêmica em Dracena e prefeito revoga alvará

Lojistas procuraram a reportagem e reclamaram do feirão, o prefeito Juliano Bertolini revogou o alvará após reunir-se com comerciantes na ACE

 (Foto: Arquivo/JR) (Foto: Arquivo/JR)

O prefeito Juliano Bertolini, revogou hoje, 8, por volta das 16h, o alvará que autorizava o funcionamento do Hiper Feirão do Brás, que começou a ser realizado ontem, 7 e encerraria domingo, 10, no Clube do Sindicato dos Servidores Municipais.

Os comerciantes locais procuraram a reportagem para reclamar do evento, justificando que pagam impostos e gerem empregos enquanto o comércio itinerante vem à cidade e prejudica as vendas do setor.

Segundo a propaganda do Feirão nas redes sociais (FB), estavam à venda no varejo e no atacado, vestuários da tendência da moda primavera-verão, masculina, feminina e infantil, íntimas e também para cama, mesa e banho, a preços de fábrica.

Anunciavam também a participação de fabricantes de Goiânia, Bom Retiro e bordados de Ibitinga e Monte Sião e que parte da renda será destinada ao Fundo Social de Dracena.

PREFEITURA- No final da tarde, por volta das 16h, após reunião na Associação Comercial (ACE) o prefeito Juliano Bertolini, acompanhado dos vereadores, revogou o alvará que autorizava a realização do feirão. A medida cancelando o Feirão pelo prefeito começa a vigorar a partir das 21h de hoje, 8. O Feirão prosseguiria amanhã, 9 até domingo, 10.

Hoje, por volta das 14h, o prefeito Juliano Bertolini, informou à reportagem que entendia a reclamação dos comerciantes, mas se tratava de um evento particular no qual os organizadores fizeram o recolhimento das taxas, obedeceram a legislação atual e o alvará de funcionamento só foi expedido na quarta-feira, 6, à tarde.

Bertolini havia ressaltado à reportagem que havia recebido telefonemas de lojistas reclamando da realização do Feirão. “Entendo os comerciantes estão defende a parte deles, mas não tem como a Prefeitura impedir a realização de um evento particular que cumpre as normas legais, são os mesmos casos que ocorrem com os vendedores na praça Arthur Pagnozzi, ou o parque infantil e a feira de orquídeas que são eventos comerciais itinerantes”, ressaltou.

O prefeito reiterou que o poder público não tinha como impedir um evento particular que para evitar que isso voltasse a ocorrer, propôs que deveria conversar com a categoria dos comerciantes para se organizarem e elaborarem uma nova legislação municipal que impeça isso voltasse a ocorrer.

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