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Região / Adamantina

7/6/2018 às 11h26

Conduta de dentista acusado de estupro vai ser apurada pelo Conselho Regional de Odontologia

Conselho Regional de Odontologia de São Paulo vai aguardar apuração da acusação

Inquérito que investiga dentista, acusado de estupro, é presidido pela Delegacia de Defesa da Mulher de Adamantina  (Foto: Arquivo/Grupo Impacto) Inquérito que investiga dentista, acusado de estupro, é presidido pela Delegacia de Defesa da Mulher de Adamantina (Foto: Arquivo/Grupo Impacto)

A prisão temporária de um dentista de Adamantina, ocorrida nesta terça-feira (5) em Marília –  investigado pela prática de estupro – vai ser acompanhada pelo Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP). Segundo nota solicitada pelo SIGA MAIS e enviada por sua assessoria, o órgão aguardará mais detalhes das autoridades policiais, sobretudo a comprovação do referido crime, para viabilizar a adequada apuração dos fatos no âmbito ético.

A nota diz que o CROSP tem a função de zelar pela ética profissional e preliminarmente já apura as informações divulgadas à imprensa pela Polícia Civil de Adamantina.

Segundo o CROSP, a penalidade a ser aplicada dependerá da gravidade dos fatos e dos atos praticados, e pode variar de advertência ou censura até a suspensão ou cassação do direito de exercer a profissão.

O caso

O dentista, que tem endereço profissional e residência em Adamantina, é acusado de ter estuprado uma adolescente. O crime, segundo a Polícia Civil, ocorreu em 18 de maio passado, e desde então não foi mais localizado pelas autoridades, para colher seu depoimento e sua versão na investigação.

A apuração do caso se dá através de inquérito policial em trâmite Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Adamantina. Após serem colhidos vários indícios de autoria e comprovada a ocorrência do crime, a delegada de polícia titular da DDM representou ao Poder Judiciário da comarca local para que fosse expedido mandado de prisão temporária contra o suspeito, já que ele não fora mais encontrado na cidade desde o dia dos fatos.

Assim, após trabalho investigativo inicial, os policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Adamantina diligenciaram na cidade de Marília nesta terça-feira (5), onde prenderam o dentista, mediante mandado de prisão temporária decretado pela Justiça. No momento da prisão, não houve resistência. O dentista estava internado por iniciativa própria em um hospital espírita.

A prisão temporária tem validade de cinco dias, período em que o acusado será ouvido pela polícia em Adamantina, visando a instrução do inquérito policial. E eventualmente, a medida pode ser ampliada para prisão preventiva, o que também vai depender de pedido da autoridade policial e a respectiva apreciação judicial.

Veja a íntegra da nota do CROSP

“O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) como órgão de fiscalização, que tem a função de zelar pela ética profissional esclarece que havendo comprovação do referido crime em Adamantina, como de praxe, aguardará mais detalhes das autoridades policiais, para viabilizar a adequada apuração dos fatos no âmbito ético. Além disso, o Conselho, preliminarmente, já apura as informações da reportagem. A penalidade a ser aplicada dependerá da gravidade dos fatos e dos atos praticados. Pode variar de advertência ou censura até a suspensão ou cassação do direito de exercer a profissão."

 

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