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Cultura

12/6/2018 às 06h00

Adec lembra os 110 anos da imigração japonesa com exposição e celebrações religiosas

O clube traz para a cidade exposição que mostra os 73 anos de lançamento da bomba atômica em Hiroshima, a partir desta quinta a sábado, aberta a população

Vice-presidente da Adec, Mitsuo Takahashi Hideki, Maria e seu esposo Hideki Okamoto, diretor de cultura  (Foto: Lucas Mello/JR) Vice-presidente da Adec, Mitsuo Takahashi Hideki, Maria e seu esposo Hideki Okamoto, diretor de cultura (Foto: Lucas Mello/JR)

No dia 18 de junho, em 1908, o navio Kasato Maru trouxe ao Brasil os primeiros imigrantes japoneses, com isso já se vão 110 anos de imigração japonesa no Brasil.

Segundo os últimos dados publicados em 2017, de acordo com o Consulado Geral do Japão em São Paulo, são 1,5 milhão de japoneses e ascendentes no país. E não só constituíram aqui a maior comunidade fora do Japão, como também influenciaram a culinária, cultura pop (mangas e animes) e design.

Em Dracena e na região da Nova Alta Paulista, a colônia japonesa é bastante ativa e na cidade é representada pela Associação Dracenense de Esporte e Cultura (Adec), que neste ano no dia 19 de setembro completará 70 anos de fundação. O diretor cultural do clube, Hideki Hokamoto lembra que no início a entidade chamava-se Dracena Rengo Niponjikai.

Para comemorar as datas, a começar pelos 110 anos da imigração no Brasil; os 73 anos em agosto do lançamento da bomba atômica sobre a cidade de Hiroshima, no Japão, em missão arquitetada pelo governo dos Estados Unidos e o septuagenário da Adec, nesta semana serão promovidos eventos.

Hideki Okamoto e sua esposa Maria juntos ao vice-presidente do clube, Mitsuo Takahashi divulgaram os eventos ontem em visita ao Jornal Regional. De quinta-feira, 14, a sábado, 16, na Adec o público em geral poderá conferir de perto exposição sobre a bomba que devastou Hiroshima. “A exposição vem de São Paulo do Hiroshima Kenjinkai do Brasil, painéis contarão a história”, diz Okamoto.

Aberta ao público com entrada gratuita, a exposição será das 8h às 12h; 13h30 às 17h e das 19h às 22h. No sábado das 8h às 12h. Todas as escolas públicas e participares foram convidadas a prestigiar a exposição.

Dona Maria, esposa de Hideki pontua que o objetivo a exposição é mostrar a população o valor de se viver em um mundo sem conflitos entre etnias, credos e gêneros sexuais.

No sábado, às 14h na Adec haverá missa celebrada pelo padre Uno Ryobun, de Adamantina, em homenagem a memória dos imigrantes já falecidos e também dos vivos. Depois às 19h, do sábado, na igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida, a missa celebrada pelo pároco Airton Gregoletto será em ação de graças aos 110 anos da imigração. Após haverá apresentação do grupo de taiko da Adec – Seishin Daiko. Toda comunidade está convidada a participar.

Okamoto lembra que atualmente a colônia japonesa em Dracena conta com 21 imigrantes do país do Sol Nascente.

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