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Agricultura

20/6/2018 às 12h22

IAC promove Encontro técnico da cultura do maracujá

O Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, realiza, em parceria com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), o Encontro técnico do maracujá em Itapetininga, no interior do Estado de São Paulo, no dia 21 de junho.

O evento contará com palestras de pesquisadores do IAC e da Empresa de Pesquisa Agropecuária (EPAGRI), de Santa Catarina, onde será abordada a cultura do maracujá no Estado de São Paulo, produtividade, renda familiar obtida, prevenções de viroses e ações realizadas pela Secretaria envolvendo os produtores.

Serão reunidos pesquisadores, extensionistas e produtores da região Sudoeste do Estado, onde a cultura de maracujá está em expansão. As ações específicas para a convivência com o vírus do endurecimento dos frutos do maracujá serão amplamente discutidas.

A abertura do evento será feita pelo diretor do Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR/CATI) de Itapetininga, Luiz Carlos Carvalho Leilão. A pesquisadora do IAC, Laura Maria Molina Meletti, ministrará em seguida às palestras “A cultura do Maracujá em São Paulo: ampliação da produtividade e qualidade dos frutos” e “Ações da Secretaria da Agricultura (2016 a 2018) envolvendo produtores de maracujá e viveiristas paulistas”.

A cultura do maracujá é composta por muitos produtores familiares, dessa forma o evento busca atender esse público, ao proporcionar a difusão da tecnologia e promover a troca de experiências entre produtores, pesquisadores e profissionais da área. “O cultivo do maracujá é uma importante fonte de renda para a agricultura familiar”, comenta Laura, que juntamente com a pesquisadora do IAC, Eliane Gomes Fabri, participam da coordenação do Encontro.

O evento terá também a presença do pesquisador da EPAGRI, Henrique Belmonte Petry, que acompanha os campos de produção de maracujá no sul de Santa Catarina. A parceria do IAC e da EPAGRI, que já dura 9 anos, tem conseguido levar a tecnologia gerada pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo aos produtores daquela localidade para manter os pomares em produção, convivendo com o vírus do endurecimento dos frutos.  O pesquisador apresentará a palestra “Maracujá como importante fonte de renda para pequenos produtores em regiões de clima ameno. Aspectos técnicos da prevenção da virose”.

O IAC, a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) e a CATI reúnem esforços para recuperação da produtividade do maracujá em São Paulo, que vem se reduzindo continuamente em função da ação deste vírus. A tecnologia de mudas avançadas desenvolvida por pesquisadores da APTA possibilita a convivência com a virose.

A pesquisadora afirma que São Paulo foi um grande produtor da cultura, mas que devido ao vírus teve uma diminuição. “O Brasil é o maior produtor mundial, porém por efeito deste vírus, as áreas de produção de reduziram drasticamente. Atualmente, em lenta recuperação, São Paulo cultiva cerca de 1.500 hectares de maracujá, mas já possuiu 6 mil hectares”, afirma. Bahia e Ceará são atualmente os principais produtores nacionais e Santa Catarina vem ganhando posições, ao adotar as tecnologias desenvolvidas em São Paulo para a produção do maracujá na presença do vírus do endurecimento dos frutos do maracujá.

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