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Agricultura

30/6/2018 às 04h49

Café Robusta pode ser alternativa econômica para a Nova Alta Paulista

Toda a pesquisa foi iniciada em 2008 pelo engenheiro agrônomo Fernando Nakayama (Foto: Divulgação) Toda a pesquisa foi iniciada em 2008 pelo engenheiro agrônomo Fernando Nakayama (Foto: Divulgação)

O 1º Encontro da cadeia produtiva do café Robusta da Nova Alta Paulista foi realizado na quinta-feira, 28, pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio da APTA Adamantina, com apoio da Associação dos Municípios da Nova Alta Paulista –Amnap e Cafeicultura Eldorado reuniu técnicos, pesquisadores, produtores rurais e representantes da indústria cafeeira.

No evento, foi apresentado o resultado dos dez anos de pesquisas realizadas pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) e do Polo Regional Alta Paulista, sediado em Adamantina, em conjunto com o Centro de Café do Instituto Agronômico (IAC-APTA), foi possível selecionar clones de café Robusta adaptados às condições da Nova Alta Paulista. Também foram abordadas as expectativas do mercado.   Vários autoridades estavam presentes. Após as palestras, foi realizada visita técnica à área de produção, na própria Cafeicultura Eldorado.

Do Espírito Santo para Adamantina - Toda a pesquisa que agora subsidia o estímulo e a validação técnica à cultura do café Robusta na região de Adamantina foi iniciada em 2008 pelo pesquisador Fernando Takayuki Nakayama, engenheiro agrônomo da APTA Alta Paulista, de Adamantina, com uma visita técnica a propriedades rurais produtoras da variedade, no estado do Espírito Santo.

A pesquisa se desenvolve há dez anos, com o desafio de selecionar clones de café robustas adaptados às condições paulistas. O trabalho tem sido realizado em conjunto com cinco agricultores familiares do Oeste Paulista, em cidades como Adamantina, Pacaembu e Quatá, em uma região com temperaturas médias de 23ºC e altitude de 400 metros, condições ideias para o cultivo do Robusta.

Segundo Fernando Nakayama, o café Arábica não vai bem nessa região, pois deve ser cultivado em altitudes mais elevadas, pois esta espécie se originou em altitudes entre 1500 e 2000 metros, além de temperaturas mais amenas. Já o Robusta – explica – traz uma nova opção de renda para o pequeno agricultor da região de Adamantina.

Os resultados dos dez anos de pesquisa já permitem validar os resultados esperados de produtividade para a variedade Robusta e oferecer ao produtor uma variedade adaptada às características da região.

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