Na quinta-feira (11), em julgamento realizado no Fórum de Junqueirópolis, a Justiça daquela cidade condenou o servente de pedreiro Adriano Aparecido Pereira, de 36 anos, vulgo Cavalo, a pena de 16 anos, no regime inicialmente fechado pela prática de crime de homicídio doloso contra a Ana Cristina Saraiva, que tinha 19 anos na época.
O crime aconteceu no dia 31 de julho de 2008, às 20 horas, em uma estrada vicinal nas proximidades da Chácara São Manoel, em Junqueirópolis.
A Justiça entendeu que o réu agiu com crueldade, mediante recurso que dificultou a defesa da jovem Ana Cristina, que foi espancada e sofreu ferimentos, conforme apontou o laudo de exame necroscópico, vindo a provocar a morte dela.
A Polícia Civil de Junqueirópolis, através das investigações comandadas pelo delegado Victor Cangane Biroli, na época apurou que Ana Cristina foi visitar uma amiga juntamente com o amásio dela, quando Adriano, chegou por lá e começou a agredi-la com socos, pisões e chutes.
A vítima chegou a ser socorrida ao hospital de Junqueirópolis, mas faleceu horas depois devido os ferimentos no rosto e na cabeça.
Adriano se apresentou a polícia no dia 1º de agosto de 2008 e admitiu ter agredido Adriana por ciúmes e alegou que estava embriagado.
Além do crime de homicídio doloso, o réu foi denunciado por infração a Lei Maria da Penha. Ele teve a prisão preventiva decretada e respondeu por homicídio doloso (com a intenção de matar).
No julgamento presidido pelo juiz de direito, trabalharam ainda o promotor de Justiça, na acusação, e o advogado de defesa do réu.
Na época do crime, o Jornal Regional divulgou matéria sobre o fato.