A Polícia Civil através da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e o Grupo de Operações Especiais (GOE) investigam duas ocorrências de roubos que aconteceram entre a segunda-feira (10) e no feriado de quarta-feira (12), em Dracena. No primeiro caso que aconteceu na segunda-feira de manhã, na Praça Arthur Pagnozzi foi vítima a enfermeira C.A.D.V., de 32 anos, residente no centro da cidade. Ela contou que estava no carro parada no semáforo quando foi abordada por um homem, moreno claro, alto e magro usando boné azul.
O bandido entrou no veículo (Parati) da enfermeira, com placas de Dracena e com ameaças usando faca e canivete obrigou-a a seguir até ao Parque Dracena.
Segundo a vítima, o homem tomou a direção e seguiu com o carro pela rodovia Ribeiro de Barros e parou no km 642. Após agredir a mulher com pancadas na cabeça, o tal indivíduo roubou dela uma corrente que a mesma usava no pescoço.
C.A.D.V. disse que no local onde o carro foi parado tinha outro carro preto esperando. Ela foi abandonada e conseguiu avisar uma amiga sobre os fatos e a DIG foi acionada.
Policiais da DIG e do GOE estiveram lá e encontraram a vítima sentada dentro do veículo e com a porta dianteira aberta.
C.A.D.V. sentia dores na cabeça e foi socorrida ao PAM onde após ser medicada permaneceu em observação.
OUTRO ROUBO – O segundo roubo aconteceu na quinta-feira (12) pela manhã, em uma residência da rua Joaquim Pedro Ferreira, no Jardim Kennedy. As vítimas são da mesma família, o ajudante P.Y.D; M.M.T.D. e T.D.
P.Y.D. disse que duas pessoas desconhecidas, aparentando serem jovens, de cor negra, sendo que um deles usava capuz e estava armado de revólver, renderam na hora do almoço primeiro um dos moradores que é cego e a mãe dele que estavam na área e, em seguida, entraram na residência e anunciaram que era um assalto.
Os bandidos conduziram o casal até ao quarto e pediram dinheiro, sendo atendidos, e, mesmo assim, os homens, descontentes, agrediram as vítimas com chutes e reviraram tudo, mas não encontraram mais dinheiro, porém levaram um celular.
Os moradores assustados aguardaram em um dos quartos, os bandidos irem embora.
A moradora da casa ficou com lesões nas pernas, por causa dos chutes que levou. O outro morador (cego) também sofreu agressões.
O roubo só foi registrado na polícia no dia seguinte e as vítimas alegam que não têm condições de reconhecer os autores.
A quantia dos valores em reais que foi roubada não foi informada a polícia.
Os dois casos estão sob investigação da DIG/GOE, comandadas pelo delegado Wagner Storti. Apesar das diligências já realizadas os autores dos dois roubos não foram localizados.















