Ontem à tarde, a investigação da DIG de Adamantina ouviu duas testemunhas no caso da morte de Gilberto Palharine, de 22 anos, que foi encontrado morto com um tiro na cabeça na sexta-feira (18), por volta de 20h30, em uma residência no Parque Iguaçu, próximo ao ATC, em Adamantina.
De acordo com o delegado Carlos Roberto Vasconcelos, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) daquela cidade, as duas pessoas que estavam no quarto da vítima disseram que o rapaz morreu por causa de um tiro acidental.
Segundo elas, Gilberto municiou a arma com um projétil e numa brincadeira do tipo roleta russa, passou-a do lado da cabeça dizendo “vamos ver quem tem mais sorte”. As duas pessoas ouvidas disseram que a arma, então, disparou acidentalmente e Gilberto foi atingido na cabeça fatalmente.
Segundo o delegado, apesar das versões das duas testemunhas, o caso ainda não está encerrado e a polícia vai aguardar os laudos do IC e do médico legista para um confronto com as testemunhas, já que ferimentos na vítima levantam suspeitas também de um possível suicídio.
“O exame residuográfico pode indicar se a vítima disparou ou não a arma de fogo”, disse o delegado Carlos Roberto Vasconcelos. Gilberto Palharine não tinha emprego fixo, mas fazia “bicos” como eletricista para o sustento próprio.














