O Partido Social Liberal (PSL) de Dracena é presidido por José de Freitas Ferreira e tem como vice-presidente, Dirceu Casagrande. O partido que foi idealizado pelo ex-senador Romeu Tuma, é recente no município – foi fundado há menos de dois anos –, mas já conta com lideranças no seu quadro de filiados.
Em entrevista ao JR, Freitas e Casagrande confirmaram que o partido não irá lançar candidato a prefeito, que está compondo uma chapa para vereadores e possui projetos para Dracena nas áreas do emprego, trabalho, indústria e comércio, agricultura, educação e segurança.
“O PSL está se mobilizando para as eleições municipais, estamos convocando pré-candidatos a vereador para discutir a melhor forma de representar nossa população, não queremos vereadores que simplesmente dizem (ou votam) sim ou não aos projetos do Executivo, precisamos de candidatos que tenham ideias a defender”, afirmam.
O PSL mantém a mesma posição com os pré-candidatos a prefeito. “Precisamos de candidatos que tenham projetos de governo, o apoio do PSL vai depender disso”, afirma Freitas, ex-secretário municipal da Indústria, Comércio e Desenvolvimento, na administração de Júnior Stelato.
“É preciso fortalecer o comércio, apoiar a instalação de novas indústrias, sem desprestigiar o empresário dracenense, mas até agora ninguém (pré-candidatos) se pronunciou sobre esse assunto”, afirma o presidente do partido.
Um dos problemas em Dracena, apontado pelos representantes do PSL, é o prédio inacabado do shopping, na avenida Presidente Roosevelt, que está com a situação indefinida. “Temos que focar a situação da cidade onde moramos”, explicaram.
COLIGAÇÕES – Segundo os dirigentes do PSL, o partido está aberto para ouvir as propostas dos pré-candidatos José Antonio Pedretti (PSD), prefeito Célio Rejani (PV), Milton Polon (PPS) e Célia Brandani (PT).
“O objetivo do PSL é o desenvolvimento de Dracena, a composição do partido vai depender do que os pré-candidatos apresentarem de propostas concretas para o município”, concluíram.














