Apesar do foco da empresa não ser mercado externo, a Coimma registrou queda nas exportações em 2019 (Vanessa Matsumoto/JR)

A economia brasileira mostrou sinais de recuperação em 2019. Porém, os resultados das exportações não tiveram os resultados desejados. O país registrou queda de 7,5% nas exportações. Os dados respingam em empresas de Dracena.

Apesar de apenas 5% do volume de negócios da Coimma serem internacionais, a empresa perdeu rendimento no mercado internacional. “O foco de vendas da Coimma é no mercado nacional. Em 2019, tivemos uma queda de cerca de 8% no volume exportado devido ao mercado angolano e boliviano. Por problemas nas fronteiras (falta de dólar no país) e por problemas de instabilidade política. Em contrapartida houve uma retomada do mercado Paraguaio, puxado pela melhoria econômica daquele país”, disse Bruno Dancieri, gerente geral de negócios da empresa.

A Coimma exporta todo o portfólio de produtos. “Exportamos produtos desde a tradicional linha de troncos e balanças. Também passa pelas balanças rodoviárias e pela Balpass, uma plataforma de pecuária 4.0 lançada em 2017 que já atingiu o mercado boliviano”, afirma o executivo.

Cercado de expectativa para 2020, Dancieri espera seguir o ritmo da economia no ano recém-iniciado. “A ideia para 2020 é crescermos cerca de 7%. No geral impulsionado pelas reformas econômicas do governo e pela recuperação dos preços da arroba do boi que ficaram por anos estagnados”, completa Dancieri.

Uma empresa desse tamanho também representa uma importância local. “Com tudo isso dito, a Coimma reforça o compromisso de crescimento tanto da região como da pecuária nacional”, finalizou.

Bruno Dancieri, gerente geral de negócios da empresa informou que a ideia para 2020 é de a Coimma crescer cerca de 7% (Vanessa Matsumoto/JR)