Mato alto atrapalha a visão dos condutores de veículos principalmente no período noturno (Vanessa Matsumoto/JR)

As condições das estradas da região de Dracena não estão das melhores, isso é de conhecimento de todos os usuários. Durante a última semana, a equipe de reportagem do Jornal Regional capturou imagens de alguns trechos da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros.

Próximo à Dracena, o matagal do canteiro central e do acostamento está praticamente invadindo a pista. Esse mato dificulta a visualização de placas que estão nas vias.

Outra reclamação recorrente é a má condição do asfalto que está ondulado e repleto de buracos. Em janeiro deste ano, o Governo do Estado de São Paulo anunciou o acordo de concessão do lote PIPA. As estradas que vão de Piracicaba a Panorama serão privatizadas com o maior investimento da história, segundo o Governo Estadual.

Em alguns trechos na região, além do mato alto, a pintura de solo e os ‘olhos de gatos’ estão gastos dificultando a direção do motorista (Vanessa Matsumoto/JR)

Em contato com a assessoria de imprensa do Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo, a reportagem do JR recebeu a seguinte nota oficial:

“O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) executa os serviços de conservação de rotina como limpeza, poda, roçada e operação tapa-buracos nas rodovias da região. Entretanto, durante o verão, a vegetação lindeira às rodovias cresce de forma acelerada estimulada pelas chuvas e altas temperaturas.

Nesta semana, as equipes estão concentradas na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294) no trecho de Osvaldo Cruz em direção a Panorama.  Uma segunda equipe executa os trabalhos no sentido de Tupi Paulista. Nos próximos dias os serviços de conservação chegarão ao trecho citado pela reportagem.

Na Rodovia Julio Budiski (SP-501) os serviços de conservação e manutenção já estão programados. Cabe reforçar que os mesmos serviços foram realizados na SP-284 no trecho de Rancharia.

Sobre o reforço na sinalização, ocorre que as chuvas interferiram no cronograma dos trabalhos, pois trata-se de intervenções na pavimentação e que depende de tempo seco”.

Além desses problemas citados, também há a precariedade da sinalização de solo, cujas pinturas e ‘olhos de gatos’, em determinados trechos estão bastante deteriorados.