
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/Q/jTyPYuT0i73NK3SEbJyw/14795582-61-.jpg)
José Roberto Nunes, de 55 anos, morreu após ser baleado por um guarda municipal em Araçatuba (SP) — Foto: Arquivo pessoal
O celular do homem de 55 anos, que morreu na manhã desta terça-feira (4) após ser baleado por um guarda civil municipal de folga, no centro de Araçatuba (SP), desapareceu. A irmã da vítima procurou a polícia nesta quarta-feira (5) para o registro de um boletim de ocorrência.
O crime ocorreu ao lado da Praça Rui Barbosa. Segundo as informações apuradas pela TV TEM, o guarda civil Edvaldo Calixto De Oliveira, de 60 anos, saía de uma agência bancária quando encontrou José Roberto Nunes.
Houve uma discussão e, em seguida, o agente efetuou pelo menos dois disparos. José Roberto chegou a ser socorrido, mas não resistiu.
À polícia, a irmã disse que o celular da vítima desapareceu do local do homicídio e, até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre as circunstâncias do sumiço do telefone.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/d/F/9gN0GMSN2n1yZv9i4wLA/14795582-52-.jpg)
Crime ocorreu ao lado da Praça Rui Barbosa em Araçatuba (SP) — Foto: Reprodução / TV TEM
Motivação do crime
Edvaldo foi preso em flagrante após o homicídio e alegou à policia que era ameaçado pelo homem. A TV TEM tenta contato com a defesa do suspeito.
Em entrevista coletiva à imprensa na tarde de terça-feira, Getúlio Silvio Nardo, delegado responsável pela investigação, esclareceu que o agente e a vítima já haviam se desentendido por conta de herança.
“A vítima é parente dele [suspeito]. Na verdade, é filho de uma madrasta desse GCM. Eles têm uma desavença há um ano e meio por problemas de herança e de bens a serem partilhados, e, sempre que eles se encontram, há uma desavença, segundo a versão do Guarda Municipal”, comenta o delegado.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/O/r/DR5Fa5S2209dzEd660Qg/14795582-53-.jpg)
Getúlio Silvio Nardo, delegado responsável pela investigação, em Araçatuba (SP) — Foto: Reprodução / TV TEM
O que diz a GCM
Segundo a comandante-geral da Guarda Civil Municipal, o agente possui porte de arma de fogo e, por isso, pode estar armado mesmo quando está de folga. As circunstâncias do disparo, no entanto, são apuradas pela Polícia Civil.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/h/X/b6D0BvTBWWdsaJCaYJ2Q/14795582-54-.jpg)
José Roberto Nunes, de 55 anos, morreu após ser baleado por um guarda municipal em Araçatuba (SP) — Foto: Arquivo pessoal
Apuração interna
Por sua vez, a Secretaria Municipal de Segurança Pública determinou a instauração de um procedimento administrativo disciplinar na Corregedoria da Guarda Civil Municipal para apurar a conduta do agente.














