Ontem (23) por volta de 10 horas, Cristiane Pereira Castro, de 27 anos, e Maria Inês dos Santos, de 50, ambas residentes na zona rural de Lucélia foram transferidas da cadeia de Dracena para o presídio feminino de Tupi Paulista. Elas são acusadas de serem as mandantes da morte do lavrador José Laércio Evangelista, de 47 anos, amásio de Maria Inês.

Consta na polícia que na segunda-feira (22) às 18h05, a polícia daquela cidade  foi avisada de que havia um cadáver quase que totalmente queimado e com um corte no pescoço, na propriedade rural do bairro Santa Inês.

O corpo foi identificado como sendo de José Laércio, que era conhecido pelo apelido de “Laca”.

A investigação comandada pelo delegado Rodrigo Pigozzi Salabarse em diligências rápidas descobriu que Maria Inês e Cristiane sempre foram agredidas pelo lavrador. Uma testemunha foi localizada pela Polícia Civil e relatou à autoridade, que Cristiane e Maria Inês contrataram alguns indivíduos para dar fim à vida de José Laércio.

Um dos envolvidos no crime seria um ex-amásio de Cristiane que agiu com a ajuda de outros comparsas.

Segundo a testemunha, as duas entregaram certa quantia em dinheiro ao autor do crime como pagamento da execução da vítima.

Ele (vítima) teria sido identificado como sendo José Carlos Costa, vulgo Nego, morador de Guapiaçu, na região de São José do Rio Preto.

Maria Inês teria desmembrado metade da chácara registrada em nome da vítima, seu companheiro e essa propriedade foi o motivo do crime, além das agressões que a mesma sofreu.

Maria Inês e Cristiane devidamente acompanhadas de um advogado foram ouvidas e autuadas em flagrante por homicídio qualificado.