Notícia publicada no portal do Ministério da Saúde, em 7 de janeiro, informa que soluções a base de soja, de proteínas hidrolisadas e de aminoácidos serão subsidiadas pelo governo federal e distribuídas pelo SUS, para crianças até 2 anos de idade com diagnóstico de alergia à proteína do leite de vaca (APLV). Essa proposta deve entrar em vigor em até 180 dias, ainda em 2.019.

“A melhor forma de prevenção de APLV  é o aleitamento materno exclusivo desde a sala de parto, em livre-demanda, estendido até 2 anos ou mais. O melhor ‘tratamento’ para lactentes com APLV é o aleitamento materno exclusivo (quando possível) associado à retirada de toda proteína do leite de vaca da alimentação da lactante (mãe), mantendo-se, assim, a amamentação com totais vantagens para o bebê”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski (CRM-SP 36.349).

“Perguntem para suas mães e avós quantos casos de APLV ou intolerância à lactose (IL) elas conheceram quando vocês eram crianças. Tenho quase certeza que grande parte delas nem vai saber o que é isso; outra parte não vai ter conhecido nenhum caso e uma ou outra deve se lembrar de algo parecido”, afirma o médico.

Hoje em dia, são tantos, tantos, tantos casos, que chegamos a questionar a estatística nacional e até a mundial. Segundo estudos, no Brasil, 3-6% das crianças apresentam alguma alergia alimentar. E entre essas 85% são de APLV. Atenção: são 85% de 3-6% e não do total. Simplificando: cerca de 5% das crianças, 5 em cada 100, 50 em cada mil, 500 em cada 10.000 têm o diagnóstico confirmado de APLV.  (Pediatra e homeopata Moises Chencinski (CRM-SP 36.349).

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