Crianças, jovens e idosos que passavam pela Praça Arthur Pagnozzi na manhã de ontem, pararam para assistir às apresentações do 2º Arte na Praça, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura em parceria com os artistas locais.
Além da música, com conservatórios, integrantes da Orquestra Sinfônica Jovem e Banda Danuza Motta, o público também interagiu com os artistas, dando pinceladas nas telas, desenhando, fazendo esculturas ou apenas observando as danças, vitrines vivas e capoeira.
Urbana Benitez, professora de artes, participou pela segunda vez do evento e percebeu que cada vez mais há adesão do público e artistas.
“São atividades diferentes acontecendo ao mesmo tempo. Até um senhor, que não queria desenhar de jeito nenhum, acabou cedendo e produziu uma linda imagem”, contou.
O Con.trio, pela primeira vez no Arte na Praça, gostou da oportunidade de mostrar um pouco do trabalho com a música. O trio é formado por Fábio Conde, Marcelo Ferri e David Noronha.
Até o filhinho de Marcelo, o pequeno Zakk, de dois anos, deu uma palhinha para o público na bateria.
O casal Helena e Takeo aproveitou a manhã para levar os sobrinhos, Letícia e Eduardo, até a praça para assistir às apresentações.
Eduardo, 10 anos, disse que gostou da capoeira, pinturas e das esculturas em argila. Ele também visitou o Salão de Artes na cidade e destacou que mais eventos como estes devem ocorrer sempre.
O secretário de Cultura, Ricardo Camuci, considerou que o Arte na Praça é mais um passo importante para interação do público com os artistas. “Neste ano, trouxemos mais artistas, cerca de 30, sempre com o objetivo de mostrar os talentos de nossa cidade para que as pessoas conheçam.
O Arte na Praça é um evento que promove a interação das pessoas com os artistas e também com a arte.
Muitos nunca tiveram oportunidade de desenhar, pintar, e puderam fazer isso aqui. Alguns ainda descobrem a terapia através da arte e nossa proposta é levar este tipo de evento para os bairros, aproximando-o da população”, disse o secretário.














