Em 11 de setembro de 2001, o maior atentado terrorista da história destruiu as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e o edifício do Pentágono, em Washington. Aviões civis sequestrados foram utilizados para atingir os alvos. Mais de três mil pessoas morreram nos ataques.
Acredita-se que Nova York foi escolhida por causa da repercussão do ataque: as torres do World Trade Center eram um símbolo do poderio americano, reunindo corretoras de valores e empresas nacionais e estrangeiras, e tinham numa pequena área uma grande concentração de pessoas.
Os ataques de 11 de setembro mostraram que a ameaça não está apenas em bombas químicas ou atômicas, mas em ações surpreendentes de terroristas suicidas.
O presidente George W. Bush acreditava poder proteger o país instalando um escudo antimíssil. A organização responsável pelos ataques foi a Al Qaeda (organização islâmica radical), liderada pelo milionário saudita Osama Bin Laden.
Dez anos após os atentados do 11 de setembro, os Estados Unidos, mergulhados em seus problemas econômicos, recordam a atrocidade de um dia inscrito para sempre em sua memória coletiva.
Numerosas celebrações estão previstas em Nova York e em outras cidades americanas: corridas, exposições de fotos, corrente humana no sul de Manhattan, espetáculos de dança, concertos no Lincoln Center, na Times Square, em várias Igrejas, entre elas, a catedral de Washington, danificada pelo terremoto de 23 de agosto.
Quatro meses antes do décimo aniversário dos atentados, a morte de Osama Bin Laden, em maio, permitiu a muitos virar a página amarga e triste.
Fonte: www.ultimosegundo.com.br e www.historiamais.com/atentado11setembro.htm














