O reitor da USP, João Grandino Rodas, afirmou que a expulsão de seis alunos da universidade aconteceu porque não houve uma “simples ocupação” a sede da Coseas (Coordenadoria de Assistência Social) em 2010, mas “ações graves” –como sumiço de documentos.

A informação é da reportagem publicada na edição desta segunda-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

Em nota, o reitor afirmou que houve desaparecimento de milhares de prontuários, que continham informações sigilosas da saúde e da família de alunos da universidade e da Escola de Aplicação da USP, além de desaparecimento e danos de patrimônio público.

A expulsão dos estudantes foi formalizada anteontem. A medida é inédita em ao menos dez anos, diz a USP. Na época da invasão, os alunos exigiam mais vagas para moradia