Os estudantes de Dracena e região têm motivos para comemorar, principalmente os que se identificam com a área de Ciências Agrárias. O coordenador executivo do campus experimental Unesp Dracena, professor doutor Mario de Beni Arrigoni e o vice-coordenador executivo, professor doutor Paulo Alexandre Monteiro de Figueiredo, anunciaram ontem (22), no auditório da biblioteca, a implantação do curso de Engenharia Agronômica, em período integral, com 40 vagas, na unidade. A previsão é que o vestibular para o segundo curso de graduação do campus seja realizado no final do ano (primeira fase em novembro e segunda fase em dezembro) e a primeira turma seja iniciada em março de 2013.

Em março deste ano, o governador Geraldo Alckmin, assinou projeto de lei autorizando o repasse de recursos para a implantação de 11 novos cursos de graduação da Unesp – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, em Araraquara; Botucatu; Dracena; Itapeva; Registro; Rosana; São João da Boa Vista; São José dos Campos e Tupã. Os novos cursos, todos de Engenharia seriam instalados até 2015. 

Nessa semana, os professores receberam a decisão do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (Cepe) sobre a expansão. O documento estabelecia que cinco cursos terão início no próximo ano. Dos campi contemplados nesse primeiro momento, Araraquara; São João da Boa Vista; São José dos Campos e apenas Dracena, a única unidade experimental.

O anúncio foi feito na presença de autoridades, como o prefeito Célio Rejani; deputado Reinaldo Alguz; vice-prefeito Enivaldo Sartori; primeira-dama Darcy; presidente da Câmara Municipal; Nelson Buzinaro e demais vereadores; representante do deputado Mauro Bragato e de setores da sociedade dracenense, professores, funcionários da Unesp, entre outros. 

O prefeito Célio Rejani ressaltou que o momento é de muita alegria para a Unesp local e a cidade, sendo de grande importância não só para o município como para a região. Agradeceu o trabalho de todos os envolvidos, em especial, dos professores Mario de Beni Arrigoni, Paulo Alexandre Monteiro de Figueiredo e do deputado Reinaldo Alguz.