Na sexta-feira (24) às 19h30, Sueli Mendes da Rocha, de 45 anos, solteira, que tinha problemas mentais morreu atropelada na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), perto de Junqueirópolis. O acidente que mobilizou bombeiros, policiais rodoviários, policiais militares e a perícia, ocorreu no km 642, 800, trecho que passam em frente ao antigo XTC Campo.

Sueli foi atropelada pela caminhonete Fiorino, de cor branca, com placas de São Paulo, dirigida por Alessandro Rogério Pereira Soares, de 35 anos, que reside no bairro Bela Vista, em Parapuã. Ele disse que conduzia o veículo da empresa que trabalha no sentido Dracena a Junqueirópolis, quando a mulher inesperadamente atravessou a pista a pé sendo impossível evitar o atropelamento.

De acordo com o motorista, após ser atropelada, a mulher caiu na pista e provavelmente vários caminhões que seguiam logo atrás passaram sobre o corpo que ficou totalmente destruído.

Alessandro disse que não tinha condições de informar a quantidade de caminhões que eventualmente passaram sobre a vítima que teve morte no local.

No local do acidente, a polícia constatou partes do corpo de Sueli e em virtude das lesões, minutos depois do atropelamento tornou impossível a identificação.

Consta que a polícia obteve a informação que Sueli era portadora de problemas mentais e havia desaparecido da casa dela em Junqueirópolis.

O reconhecimento do corpo foi feito por Antonia Mendes da Rocha, irmã de Sueli, através dos chinelos e das roupas que a mesma usava.

A irmã teria dito que saiu na tarde de sexta-feira com Sueli e no retorno parou na casa de uma amiga e a irmã disse que iria embora direto, pois pretendia fumar, mas não voltou para a residência e desapareceu.

O caso está registrado na polícia como homicídio culposo na direção de veículo (sem a intenção de matar), conforme o artigo 302 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).