Na manhã da última segunda-feira, 16, cerca de 60 ex-funcionários de uma empresa do ramo de energia elétrica de Dracena solicitaram a presença da equipe de reportagem do Jornal Regional para relatar a situação que estavam passando.

Segundo relatado por eles, a empresa havia combinado o pagamento do acerto referente à rescisão contratual destes funcionários. Os protestantes alegaram que o acordo feito com ela se referia ao pagamento deste valor acordado após o dia 10 deste mês. Porém, ainda de acordo com os ex-funcionários, as respostas obtidas por eles não foram positivas.

De acordo com os manifestantes, seus superiores responderam para os ex-colaboradores que as multas e juros desse pagamento poderiam correr sem problemas e que não iriam receber esta quantia por agora. Ainda de acordo com o relatado por membros desse grupo, a rescisão teria sido assinada no último dia 4.

Os manifestantes, em sua maioria do norte e nordeste do Brasil, alegam que precisam receber o que estava acordado. Eles disseram para a reportagem que muitos já receberam propostas de trabalho em outras empresas e que precisam da liberação do acerto e de passagens para irem embora.

Alojamento
Os ex-funcionários que estavam na porta da empresa reclamaram de forma unânime, das condições do alojamento oferecido por parte da empresa para ele. Muitos afirmaram que as condições eram desumanas, com móveis quebrados, portas danificadas e banheiros em péssimas condições de uso.

Outro lado
A equipe de reportagem do Jornal Regional entrou em contato com o jurídico da referida empresa. Desde segunda-feira, 16, a reportagem aguarda uma resposta definitiva da empresa.
Em contato realizado ontem, 17, por volta das 18h, uma representante do jurídico afirmou que um gerente da empresa estava reunido com os manifestantes desde o início da tarde e que ainda não teria uma resposta final das providências que serão tomadas.