Exame de contraprova descarta morte por dengue de idoso em Tupi Paulista

Assim como dengue e zika, chikungunya também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti — Foto: Getty Images
Assim como dengue e zika, chikungunya também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti — Foto: Getty Images

Assim como dengue e zika, chikungunya também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti — Foto: Getty Images

Um exame de contraprova realizado pelo Instituto Adolfo Lutz descartou que a morte de um idoso, morador de Tupi Paulista (SP), tenha sido causada pela dengue.

A vítima era um homem de aproximadamente 80 anos, com comorbidades como hipertensão e diabetes, que faleceu no mês passado.

Na época, o painel de arboviroses do Governo do Estado de São Paulo chegou a contabilizar a morte, mas a Prefeitura de Tupi Paulista solicitou um exame de contraprova para confirmar o diagnóstico, que acabou sendo descartado.

Mesmo com o descarte desta morte, o cenário epidemiológico na Nova Alta Paulista e no Pontal do Paranapanema exige atenção redobrada. Atualmente, a região concentra cinco cidades com as maiores incidências de dengue em todo o Estado de São Paulo:

Em Tupi Paulista, onde o óbito foi descartado, os números continuam subindo, e a cidade já soma 84 casos confirmados de dengue em 2026.

Mortes confirmadas

A primeira morte por dengue confirmada no estado de São Paulo em 2026 ocorreu em Nova Guataporanga (SP), após um homem de 53 anos morrer em decorrência da doença em 9 de janeiro. A informação foi divulgada pelo g1 em 16 de janeiro.

No entanto, conforme o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), a data da morte faz parte da Semana Epidemiológica 53 de 2025 e, por isso, o óbito entrou na contagem do ano passado, apesar de ter ocorrido em 2026.

Já as mortes confirmadas em 2026 pelo governo estadual somam nove casos até o momento, segundo o Painel de Arboviroses: duas na capital, uma em Araçatuba, uma em Cotia, uma em Jacareí, duas em Nova Granada e uma em São José dos Campos.