Mais de três milhões de alunos da Secretaria da Educação de São Paulo vão participar, em agosto, da Avaliação de Aprendizagem em Processo (AAP). Na região de Presidente Prudente são ao todo 58 mil indicados. O exame tem como objetivo identificar as habilidades de língua portuguesa e matemática adquiridas ao longo do primeiro semestre. A prova é direcionada a estudantes do 2º ano do ensino fundamental à 3ª série do ensino médio e também avalia o desempenho em redação. O exame é dividido em questões dissertativas e de múltipla escolha.
Em vigor na rede paulista desde 2011, a avaliação traça um panorama sobre as possíveis dificuldades dos estudantes. A partir dos índices extraídos, os educadores das unidades de ensino podem criar estratégias e projetos com foco em cada etapa da escolaridade e na defasagem dos alunos. Todos os professores receberão o manual “Comentários e Recomendações Pedagógicas”.
Cada escola terá autonomia para definir os dias de aplicação do exame, no prazo entre 3 a 8 de agosto. A avaliação inclui conteúdos e habilidades também propostas pelo Currículo Oficial do Estado de São Paulo, Caderno do Aluno e do Professor: Língua Portuguesa, Matriz de Referência para a Avaliação do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), Prova Brasil e ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). São ao todo 15 questões para o Ensino Fundamental e Médio.
“A Avaliação de Aprendizagem em Processo é um importante instrumento de apoio ao currículo. Com ajuda da prova é possível, com maior precisão, diagnosticar as fases do aprendizado dos estudantes e as eventuais defasagens de crianças, jovens e adultos matriculados na rede. A orientação é que as provas sejam aplicadas logo após o recesso de julho e norteiem as ações do próximo semestre”, explica o secretário da Educação, Herman Voorwald.
NOVO PROGRAMA – Em abril, de maneira inédita na rede, a Secretaria da Educação deu início a um novo programa de reforço escolar de Língua Portuguesa e Matemática. Ao todo foram indicados cerca de 225 mil estudantes com dificuldade. A principal diferença do modelo é a utilização da tecnologia. Em formato de game, o Aventuras propõe que cada participante ‘defenda’ o planeta Terra de uma invasão alienígena. Para isso, eles utilizam operações matemáticas e tópicos de gramática para cumprir as missões e avançar. Ao final de cada fase, são produzidos relatórios que apontam os acertos e as dificuldades encontradas pelos estudantes.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA / Secretaria da Educação do Estado